Hoje, dia 22 de abril, celebra-se o dia da Terra. O objetivo desta celebração passa por sensibilizar a comunidade internacional para a importância da proteção do nosso planeta. O American Museum of Natural History publicou um vídeo onde procura retratar as diferenças entre 1970 (ano em que se iniciou a celebração) e 2020.
Blogue idealizado e desenvolvido pelos alunos do Colégio de Amorim no âmbito do programa micro-projectos Ciência Viva.
22 abril 2020
20 abril 2020
"O Homem que parou o deserto"
No Burkina Faso, a rápida desertificação das planícies férteis causou secas e arruinou colheitas, provocando um êxodo maciço dos habitantes e fomes que dizimaram populações. Mas um simples agricultor, fazendo uso dos seus talentosos métodos agrícolas, veio mostrar a solução para alcançar o que especialistas não conseguiram fazer: parar o deserto. Este documentário conta a história de Yacouba Sawadogo, cujos anos de trabalho árduo têm transformado a vida de milhares.
10 abril 2020
A poluição e o isolamento social

As imagens de satélite publicadas pela NASA e pela ESA revelam um impacto do coronavírus na poluição atmosférica. As medidas de confinamento social implementadas em grande parte dos países da Europa Ocidental conduziram a uma diminuição substancial da poluição provocada pelas indústrias, mas também pelo tráfego automóvel.
09 abril 2020
Os 100 dias que mudaram o mundo...
Vivemos um momento único... Algo que marcará um antes e um depois na história da humanidade. Estarmos bem informados é sempre, essencial. Desta forma, o jornal britânico "The Guardian" elaborou uma cronologia que mostra como vivemos nos últimos 100 dias...
A ver com muita atenção:
22 julho 2019
Portugal: Nunca antes viveram no país tantos estrangeiros
São 480 mil e 300. O número foi hoje revelado no Relatório de Imigração e Asilo (RIFA) por ocasião do 43.º aniversário do SEF.
O número de estrangeiros que optam por viver em Portugal tem aumentado consideravelmente. Uma tendência de crescimento que se regista pelo terceiro ano consecutivo.
Os brasileiros continuam a ser a maior comunidade estrangeira residente no país, com 105423 cidadãos, mas foram os cidadãos de Itália os que mais aumentaram no ano passado, com um acréscimo de 45,9 por cento face a 2017. Há 18862 italianos a viver por cá.
Este relatório aponta ainda para um crescimento de cidadãos de Françaem Portugal, com uma subida de 29.1 por cento - são já 19771.
Em sentido oposto, houve uma diminuição de ucranianos a residir no país, com um decréscimo de 10 por cento em 2018. São agora 29 mil.
Nacionalidades residentes em Portugal
1- Brasil: 105423
2- Cabo Verde: 34663
3- Roménia: 30908
4 - Ucrânia: 29218
4- Reino Unido: 26445
5- China: 25357
6- França: 19771
7- Itália: 18862
8- Angola: 18382
9 - Guiné-Bissau: 16186
O relatório do SEF indica que 81 por cento dos cidadãos estrangeiros residentes em Portugal fazem parte da população ativa, com preponderância do grupo etário entre os 25 e os 44 anos.
Mais de dois terços da população estrangeira vive nos distritos de Lisboa, Faro e Setúbal.
Pedidos de nacionalidade portuguesa
Ainda de acordo com o mesmo documento, mais de 41 mil cidadãos estrangeiros pediram a nacionalidade portuguesa. Trata-se do valor mais alto dos últimos cinco anos.
Sobre esses pedidos, o SEF emitiu 32414 pareceres positivos e 1425 negativos.
O aumento nos pedidos de nacionalidade está, em parte, relacionado com as alterações da lei em julho de 2018 que permite o alargamento do acesso à nacionalidade originária e à naturalização das pessoas nascidas em território português.
Mais estrangeiros barrados nas fronteiras portuguesas
A maior parte dos casos aconteceu no aeroporto de Lisboa. Estrangeiros barrados por não reunirem as condições legais para entrarem no país. Um aumento de 75,4 por cento em 2018 em comparação com 2017. Foram 3759 que não conseguiram entrar em Portugal.
A maior parte das recusas incidiu sobre cidadãos do Brasil (2866), Angola (186), Paraguai (121, Guiné-Bissau (58) e Moldávia (52).
Pedidos de asilo diminuíram
Outro dado relevante divulgado no Relatório de Imigração e Asilo está precisamente relacionado com os pedidos de asilo a Portugal. Diminuíram 27 por cento no ano passado face a 2017. Um valor coincidente com o ocorrido ao nível europeu.
O relatório realça que a descida verificada no número total de pedidos de asilo deve-se "exclusivamente à menor expressão do mecanismo de recolocação" da União Europeia, que terminou em abril de 2018, tendo em conta que se registou um aumento de 21,9% nos pedidos de proteção internacional apresentados em 2018.
Portugal participou num programa de recolocação da UE, entre setembro de 2015 e abril de 2018, de acolhimento de refugiados que estavam na Grécia e em Itália.
Segundo o SEF, cerca de dois terços dos pedidos de asilo foram apresentados por homens e 80% tinha menos de 40 anos.
O RIFA 2018 refere que a maior parte dos pedidos de asilo foram apresentados por cidadãos de Angola (224), Ucrânia (132), República Democrática do Congo (131), Guiné (68), Paquistão (51), Guiné-Bissau (48), Eritreia (47), Venezuela (41), Somália (40) e Marrocos (31).
O documento salienta o significativo decréscimo de cidadãos oriundos da Síria (426 em 2017 e inferior a 10 em 2018) e do Iraque (283 em 2017 e 11 em 2018), o "que releva uma alteração do perfil dos requerentes de asilo, ao contrário do que se verificou em contexto europeu, onde a nacionalidade síria foi a mais representativa em 2018, posição que ocupa desde 2013".
O relatório do SEF destaca também que no ano passado chegaram a Portugal 36 menores não acompanhados requerentes de asilo, menos dois do que em 2017, tendo sido em 2015 o valor mais elevado (73).
Em termos de reconhecimento do estatuto de proteção internacional, foram concedidos 286 estatutos de refugiado (119 em 2017), sobretudo a nacionais de países asiáticos, e 405 títulos de autorização de residência por proteção subsidiária (381 em 2017), também maioritariamente a cidadãos de países asiáticos.
Portugal participou num programa de recolocação da UE, entre setembro de 2015 e abril de 2018, de acolhimento de refugiados que estavam na Grécia e em Itália.
Segundo o SEF, cerca de dois terços dos pedidos de asilo foram apresentados por homens e 80% tinha menos de 40 anos.
O RIFA 2018 refere que a maior parte dos pedidos de asilo foram apresentados por cidadãos de Angola (224), Ucrânia (132), República Democrática do Congo (131), Guiné (68), Paquistão (51), Guiné-Bissau (48), Eritreia (47), Venezuela (41), Somália (40) e Marrocos (31).
O documento salienta o significativo decréscimo de cidadãos oriundos da Síria (426 em 2017 e inferior a 10 em 2018) e do Iraque (283 em 2017 e 11 em 2018), o "que releva uma alteração do perfil dos requerentes de asilo, ao contrário do que se verificou em contexto europeu, onde a nacionalidade síria foi a mais representativa em 2018, posição que ocupa desde 2013".
O relatório do SEF destaca também que no ano passado chegaram a Portugal 36 menores não acompanhados requerentes de asilo, menos dois do que em 2017, tendo sido em 2015 o valor mais elevado (73).
Em termos de reconhecimento do estatuto de proteção internacional, foram concedidos 286 estatutos de refugiado (119 em 2017), sobretudo a nacionais de países asiáticos, e 405 títulos de autorização de residência por proteção subsidiária (381 em 2017), também maioritariamente a cidadãos de países asiáticos.
Fonte: rtp.pt
15 fevereiro 2019
Gronelândia e a venda de areia
Com as transformações a que a Gronelândia se encontra sujeita, novos problemas surgem, mas também novos desafios e oportunidades. A Reuters publicou uma reportagem que mostra como a Gronelândia poderá aproveitar economicamente com o degelo, vendendo areia.
Vê a notícia aqui.
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14 fevereiro 2019
O aquecimento global na Gronelândia
O New York Times publicou na sua versão online uma excelente reportagem sobre os efeitos do aquecimento global numa área tão frágil como é a Gronelândia. A reportagem demonstra como o aumento generalizado das temperaturas acarreta consequências inevitáveis numa região coberta quase na sua totalidade por gelo. Destaque para as fotografias e imagens de satélite que permitem perceber as consequências ambientais e socioeconómicas para a Gronelândia.
Vê a reportagem aqui.
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