30 outubro 2011

A caminho dos 7 mil milhões...

A ver nova infografia no Expresso.

A mudança de hora - fusos horários

A explicação da mudança de hora e os fusos horários a nível mundial.

Interessante a infografia no Expresso.

27 outubro 2011

Portugal com poucos bebés num mundo de 7000 milhões de pessoas

Portugal está bem colocado nos tradicionais índices civilizacionais: está em 11º na mortalidade até aos cinco anos, com 3,7 crianças falecidas em cada mil que nascem, e na esperança de vida surge com um dos mais elevados valores entre os 188 Estados da tabela, com 83 anos para as mulheres e 77 para os homens que nasçam até 2015.

Mas Portugal tem a terceira pior taxa de fertilidade no mundo, logo a seguir à Bósnia-Herzegovina e Malta: para o período 2010-2015, a previsão é que nasçam apenas 1,3 filhos por mulher em Portugal, bem menos do que os 2,1 necessários para a reposição das gerações.

Hoje, 42% da população mundial vive em países onde não nascem bebés suficientes para pelo menos substituir os seus pais. Isso é o que está a acontecer na maior parte dos países ocidentais, embora alguns sejam excepção, como a Islândia e a Irlanda.

As projecções das Nações Unidas apontam para que em 2050 deverão existir 9,3 mil milhões de seres humanos na Terra e mais de 10 mil milhões até ao fim do século. A maior parte deste crescimento ocorrerá nos países em desenvolvimento com maiores taxas de fertilidade – 39 em África, nove na Ásia, seis na Oceania e quatro na América Latina.

Enquanto no mundo desenvolvido a população está a envelhecer, em parte dos países em desenvolvimento o fenómeno é inverso. “Enquanto a falta de mão-de-obra ameaça as economias de alguns países industrializados, os potenciais migrantes desempregados dos países em desenvolvimento encontram cada vez mais fronteiras encerradas para a experiência que podem oferecer”, diz o relatório divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a População. “E, apesar dos progressos na redução da pobreza extrema, o fosso entre os pobres e os ricos está a aprofundar-se em todo o lado”, completa o relatório.

Apesar do previsto aumento populacional nas próximas décadas, a velocidade a que a humanidade está a crescer está a diminuir: se demorámos 12 anos a passar de 6000 a 7000 milhões, devemos levar 13 anos para chegar aos 8000 milhões, e 18 anos para alcançar os 9000. Para chegar aos 10.000 milhões devemos ter de esperar até ao fim do século.



Fonte: publico.pt

"The places we live"


Jonas Bendiksen começou a trabalhar no projeto "The Places We Live" em 2005, com o objetivo de retratar através de fotografias a pobreza urbana. As fotografias que podem ver fazem parte de uma exposição que podem ver aqui (seguindo o link), pois está disponível online.
As imagens são extremamente expressivas e complementam muito do que se vem falando nas aulas do oitavo, nono e décimo segundo anos. Apesar de não ser exclusivamente para esses alunos, é importante perceberem a grande oposição que existe entre os países desenvolvidos e os menos desenvolvidos, que por um conjunto de obstáculos não têm conseguido melhorar a qualidade de vida das suas populações.
Para veres a exposição segue o seguinte link:
Índia - Mumbai (2006) - Jonas Bendiksen

26 outubro 2011

A população mundial quando nascemos...

O Guardian, apresenta uma excelente aplicação que nos permite conhecer o número da população mundial no dia do nosso nascimento. Além do valor da população total, apresenta também dados demográficos muito interessantes.

A ver obrigatoriamente...

Evolução da população na Europa e no Mundo

Gráfico muito interessante, publicado no Guardian.


As consequências do mau tempo na Europa

A chuva forte e as suas consequências na Europa.

A ver atentamente...

A ver atentamente as consequências do crescimento da população mundial.

População mundial pode chegar aos sete mil milhões em Outubro

Esta evolução corresponde ao cenário “médio” da ONU, que assume que a taxa mundial de fertilidade cairá de 2,5 filhos por mulher hoje para 2,2 em 2050 e 2,0 em 2100. Num comunicado de imprensa, a Divisão de População da ONU explica que os cenários para daqui a quatro décadas são mais seguros dos que os para o fim do século, “porque as pessoas que terão 40 ou mais anos em 2050 já nasceram”.

A estimativa para 2050 – 9,3 mil milhões de habitantes – é ligeiramente superior à da penúltima revisão dos dados, apresentada em 2008, e que apontava para 9,1 mil milhões de habitantes. Variações dessa ordem são comuns entre as projecções que a ONU apresenta a cada dois anos.

Com base nas tendências actuais, os sete mil milhões de habitantes serão atingidos dia 31 de Outubro deste ano, segundo a ONU. O Departamento de Censos dos Estados Unidos tem números diferentes e acredita que os sete mil milhões só serão ultrapassados em meados de 2012.

Seja como for, as novas projecções da ONU confirmam que o aumento da população tende a desacelerar, a nível global. Mas a nível regional, há diferenças significativas. Nos países com maior taxa de fertilidade – 39 em África, nove na Ásia, seis na Oceania e quatro na América Latina –, a população ainda estará a subir 0,5 por cento ao ano no final deste século. Mas no conjunto dos países com fertilidade baixa ou intermédia, a população já estará, nesta altura, em queda, a um ritmo de 0,3 por cento ao ano.

A Europa, segundo a ONU, atingirá o seu pico populacional em 2020, com 740 milhões de habitantes. Para a China, o pico será em 2030, com 1,4 mil milhões de habitantes. A Índia ultrapassará a China, podendo chegar a um máximo de 1,7 mil milhões de habitantes em 2060.

Os números da ONU alteram-se radicalmente com pequenas alterações nos pressupostos dos cenários. A variante “alta” dos cenários – em que cada mulher tem, em média, mais 0,5 filhos do que na variante “média” – a população em 2050 já chega a 10,6 mil milhões de habitantes e sobe ainda para 15,8 mil milhões em 2100. Na varianta “baixa” – que assume menor fertilidade – a Terra atinge um pico demográfico em torno de oito mil milhões de habiantes, na metade do século, e cai para 6,2 mil milhões até 2100.



www.publico.pt

14 outubro 2011

O Verão continua... (03/10 a 09/10)

A estação meteorológica não engana e, como temos sentido, o Verão continua, apesar de o Outono já cá estar. As previsões indicam ,mais alguns dias de calor. Destaque para o gráfico das temperaturas mais elevadas que registou na quarta-feira, dia 5 de Outubro uma temperatura superior a 29ºC. Tal como o post anterior refere, este mês está-se a revelar o mais quente dos últimos 70 anos. Quanto ao vento, este não tem estado muito intenso, distante das nortadas de Julho e Agosto, tendo atingido a sua velocidade máxima (16 Km/h) no dia 9 de Outubro.

´Temperatura

Temperaturas mais elevadas 

Velocidade do vento 


Calor em Outubro bate recordes de 70 anos

Segundo dados do Instituto de Meteorologia, os dez primeiros dias do mês foram de facto excepcionais. A temperatura média no Continente foi 4,4ºC superior à média para o mesmo período. No Porto, com uma temperatura média de 21,8ºC, o desvio chegou a 6,2ºC.

Pelo menos onze recordes de temperatura máxima foram batidos ou igualados. Em seis pontos do país – Évora, Bragança, Montalegre, Mirandela e Guarda – o calor chegou a níveis nunca alcançados desde 1941, data em que começa a série de registos das estações meteorológicas nestas áreas. Noutras seis estações – Castelo Branco, Lisboa, Monção, Cabril, Mogadouro e Carrazeda de Ansiães – também foram ultrapassados os recordes. Mas como as séries de dados são mais curtas, tudo que se pode dizer é o que nunca os termómetros estiveram tão altos nas últimas duas a quatro décadas.

Ter o termómetro ocasionalmente acima dos 30ºC em Outubro não é uma raridade absoluta. “que não é comum é que haja tantos dias seguidos de tempo quente”, diz a meteorologista Maria João Frade, do Instituto de Meteorologia.

Mais uma vez, os números não deixam margem para dúvidas. Nada menos do que vinte pontos do país enfrentaram uma onda de calor, no sentido técnico do termo – ou seja, mais de seis dias seguidos com temperaturas mais de 5ºC acima da média. Em pelo menos duas estações meteorológicas – Alvega (em Abrantes) e Alcácer do Sal – a onda de calor durou 12 dias, até 7 de Outubro.

Uma onda de calor tão longa faz lembrar o Verão de 2003, quando a canícula estendeu-se por duas semanas, com consequências dramáticas nos fogos florestais e na mortalidade da população. Embora as temperaturas agora sejam bem menores, os fogos multiplicaram-se em Outubro e a Direcção-Geral de Saúde prolongou o seu Plano de Contingência para Ondas de Calor.

A própria razão do calor é semelhante à de há oito anos. Uma zona de alta pressão estacionou sobre parte da Europa, formando uma espécie de parede que bloqueia a chegada do tempo húmido do Atlântico e que traz ar quente do Leste. Resultado: calor e tempo seco em Portugal, França, Espanha, Reino Unido e outros países.

“Este bloqueio não é muito diferente do que o que se observou em 2003”, afirma o climatologista Ricardo Trigo, do Centro de Geofísica da Universidade de Lisboa. Além disso, a temperatura da superfície do mar no Atlântico tem estado mais elevada do que a média. “Isto é muito importante”, diz Ricardo Trigo.

O início de Outubro está a contribuir para a situação de seca meteorológica que já abrangia a maior parte do país no final de Setembro, especialmente no litoral Norte, segundo o Instituto de Meteorologia.

Mas, apesar da falta de chuva, as barragens estão com níveis normais ou até acima da média. Das 55 albufeiras monitorizadas pelo Instituto da Água (Inag), apenas oito entraram em Outubro com menos de 40 por cento da sua capacidade. Apenas nas bacias do Douro, Lima, Cávado e Ave, o nível estava abaixo da média.

O início seco de Outubro não chegará para alterar radicalmente este quadro. “Com as secas, as coisas não variam de um dia para o outro”, explica Rui Rodrigues, responsável do Inag pela monitorização dos recursos hídricos. Apenas em áreas abastecidas por pequenas albufeiras – como Bragança, que está em risco de ficar sem água – pode haver alterações mais rápidas, segundo Rodrigues.

O calor tem, no entanto, os dias contados. Segundo o Instituto de Meteorologia, as temperaturas vão começar a baixar gradualmente a partir do sábado, primeiro no litoral. Quanto à chuva, talvez para a semana.

Fonte: publico.pt

09 outubro 2011

Draconídeos 20


A cada 6.6 anos, o cometa 21P/Giacobini-Zinner passa na região mais interior do Sistema Solar, e a cada visita deixa um estreito filamento de poeira. Ao longo do tempo formou-se uma rede de filamentos por onde a Terra passa anualmente no início de outubro. “Habitualmente a Terra passa nos intervalos entre filamentos, 'raspando' um ou outro filamento, mas por vezes o planeta atravessa mesmo um filamento e é nessa altura que começa o fogo de artifício”, afirma Bill Cooke doMeteoroid Environment Office da NASA.

Previsões levadas a cabo por diferentes equipas de investigadores, que estudam meteoros, apontam para que na noite do dia 8 de outubro de 2011 a Terra atravesse filamentos deixados pelo cometa aquando das passagens de 1900 e 1907, o que poderá traduzir-se em taxas da ordem de 200 a 600 meteoros por hora. A NASA prevê mesmo 750 meteoros/hora enquanto que Paul Wiegert, da Universidade de Western Ontario, no Canadá, aponta para 1.000 meteoros/hora o que corresponde a um chuva de meteoros. Não é algo inédito: em 1933 e 1946 a taxa dos Draconídeos atingiu valores da ordem dos 10.000 meteoros/hora!Os meteoros do cometa Giacobini-Zinner parecem surgir da constelação de Dragão - por isso o seu nome. São meteoros bastante lentos, com velocidades de 20 quilómetros por segundo. Este valor baixo faz com que não sejam muito perigosos para os satélites que se encontram em órbita e sejam fáceis de distinguir no céu.O pico da atividade está prevista para o intervalo entre as 20:00 e as 22:00 horas (hora de Portugal Continental). No entanto, a Lua poderá afetar um pouco as observações porque estará quase cheia. De qualquer forma aproveite para olhar para o céu na noite de sábado, pois pode ser que veja passar algumas estrelas cadentes. Boas observações.
www.caup.pt



Europa prepara-se para a "tempestade de estrelas perfeita"

Investigadores de todo o mundo concentram-se no sábado em numerosos lugares europeus para observar o que muitos consideram ser "a tempestade de estrelas perfeita".

O fenómeno será seguido por uma câmara de alta definição instalada num globo sonda estratosférico lançado pela Universidade Complutense de Madrid, noticia a agência EFE.

A chuva de estrelas conhecida como "tempestade das dracónidas" produz-se no sábado entre as 18:00 e as 24:00 (hora peninsular) e se as condições meteorológicas permitirem uma boa observação da espetacularidade do fenómeno poderá traduzir-se em mais de quinhentas estrelas cadentes à hora.

Porém, duas circunstâncias amainarão essa contemplação: a primeira é que o outono parece que vai finalmente entrar na península e a agência estatal espanhola de meteorologia prevê para sábado um céu repleto de nuvens em toda a Espanha e nos dois arquipélagos.

A segunda é que a lua está em fase crescente e o céu muito luminoso até quarta-feira.

Chuva de estrelas mais intensa desde 2002


Visível ou não, a atividade da "tempestade" de sábado será até sete vezes maior do que a das populares "perseidas" ou "lágrimas de S. Lourenço", que cada ano se produzem a 11 de agosto.

Será a chuva de estrelas cadentes mais intensa desde 2002 e não voltará a repetir-se tão intensamente nos próximos 10 anos.

As "dracónidas" produzem-se quando a órbita da Terra se cruza com as nuvens de partículas que deixam no seu caminho os cometas e no sábado, entre o entardecer e a meia-noite, a Terra atravessará uma densa nuvem de partículas deixadas por um cometa (o 21P/Giacobini-Zinner), entre finais do século XIX e princípios do século XX, segundo informação facultada pela Universidade Complutense de Madrid.

A interação com essas partículas, do tamanho de grãos de areia, com a Terra não representa qualquer perigo, mas o estudo deste tipo de eventos tem muita importância para os investigadores porque podem afetar os satélites.

Fonte:expresso.pt

03 outubro 2011

Dados meteorológicos 25/09 a 02/10

As temperaturas de finais de Setembro e inícios de Outubro, não se identificam com a estação do ano em que nos encontramos. As temperaturas mantêm-se invariavelmente elevadas, lembrando-nos um Verão fora de época.




Através do gráfico, podemos ver que as temperaturas têm vindo constantemente a aumentar ao longo dos dias. Curioso o facto de a temperatura mais baixa registada, ter sido durante a madrugada de segunda-feira, próxima dos 14ºC.


O gráfico acima representa as temperaturas máximas registadas na nossa estação e verifica-se que ao longo dos dias a temperatura tem registado novos máximos. Se no domingo a temperatura mais alta foi de 22,4ºC, no sábado ela atingiu os 28,8ºC.


Este último gráfico mostra-nos o Indíce de Radiação Ultra-violeta. Os valores próximos do 0.0, reportam-se às noites. Verifica-se que a radiação ultra-violeta tem apresentado valores entre is 4 e os 5. De recordar que com estes valores, que são considerados moderados, é aconselhado o uso de óculos de sol e protector solar.