27 janeiro 2012

Apple e as duras condições de trabalho de quem faz o iPhone

O Jornal de Negócios mostra, hoje na sua edição, uma investigação do NY Times, onde ficam demonstradas as más condições de trabalho que as fábricas chinesas desenvolvem ao produzirem os produtos Apple. São os efeitos da globalização e do capitalismo no seu expoente máximo.

22 janeiro 2012

A globalização e o iphone

Artigo muito interessante no NY Times que toma como exemplo o Iphone e demonstra como a globalização pode influenciar a economia dos países.

A ver...

14 dezembro 2011

A explicação da crise...


A crise que atinge o nosso país, mas também todo o mundo remonta a 2008. O documentário, que ganhou um Óscar, mostra de uma forma clara, sem margens para grandes dúvidas, os grandes responsáveis pela crise. O fim da Guerra Fria e o início de uma economia liberal desenfreada, conduziu a uma série de políticas que afastaram os Estados da regulamentação da economia. A desregulamentação e os epeculadores acabaram por criar uma série de mecanismos que permitiram aumentar exponencialmente os seus rendimentos.

Importante para todos os alunos, mas sobretudo para os que frequentam a disciplina de Geografia C.

Propostas de leitura para o Natal

Para quem gosta de viajar e deseja conhecer novas geografias, proponho para este Natal a leitura de alguns livros que nos transportam para lugares e realidades muito distantes, sem termos que sair de nossa casa. Numa altura de crise, nada melhor do que viajar sem gastar dinheiro. Para isso, basta dirigires-te à biblioteca e requisitar alguns livros do Gonçalo Cadilhe que a seguir te apresento.








100 anos do primeiro Homem na Antártida


Nesta quarta-feira comemora-se o centenário da primeira expedição ao Polo Sul. Em 14 de dezembro de 1911, o explorador norueguês Roald Amundsen ganhou a corrida até o extremo sul do globo, num duelo dramático com o aventureiro britânico Robert Scott, e tornou-se o primeiro homem a chegar ao Polo Sul.
Amundsen e os quatro membros da sua equipa foram os primeiros a cravar uma bandeira no extremo sul do globo. Um mês depois, o britânico Scott alcançou o local. Foi a vitória do escandinavo pragmático sobre o oficial da marinha inglesa. Ambos sonhavam com conquistas: o norueguês cobiçava o Norte, e o inglês, o Sul. "Não conheço nenhum homem que tenha estado um dia num lugar tão diametralmente oposto ao seu objeto de desejo como eu estava naquele momento", escreveu Amundsen, sobre a sua façanha.
De fato, foram as circunstâncias que o levaram à Antártida. Em plenos preparativos para se dirigir ao Polo Norte, soube que os americanos Robert Peary e Frederick Cook haviam anunciado, cada um por sua vez, terem conquistado o Norte. Eram informações e declarações muito controversas, mas convenceram-no a buscar um outro horizonte.
Em agosto de 1910, dirigiu-se ao sul às escondidas. Só em outubro, Scott leu um telegrama, na Austrália: "Tomo a liberdade de lhe informar que Fram dirige-se à Antártida. Amundsen". O "Fram" era o veleiro da expedição. Os britânicos, que fizeram da conquista do polo uma questão de honra, sentiram-se desafiados. A corrida tinha então começado.
via: TerraBrasil (adaptado)

30 novembro 2011

Década mais quente da história - OMM


Os 13 anos mais quentes no planeta foram registados nos últimos 15 anos, desde 1997, alertou hoje a Organização Meteorológica Mundial (OMM) durante os trabalhos da 17.ª conferência da ONU sobre alterações climáticas em Durban.

A OMM divulgou no segundo dia da COP17 as conclusões sobre os dados recolhidos a nível mundial, considerando ser inequívoca a constatação de um aquecimento global do planeta que põe em risco ilhas, zonas costeiras, populações e colheitas. O relatório indicou que o período 2002-2011 iguala o de 2001-2010 como a década mais quente desde 1850, sendo 2011 é o décimo ano mais quente desde 1850, data em que começaram a ser registadas medições científicas das temperaturas.
A temperatura média da última década (2002-11), «superior em 0,46º centígrados à média a longo prazo», é a mais elevada alguma vez constatada, igualando a década de 2001-2010, de acordo com o relatório da agência da ONU especializada em dados meteorológicos. "A nossa ciência é sólida e prova inequivocamente que o mundo está a aquecer e que esse aquecimento resulta das atividades humanas", disse o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud, num comunicado que acompanha o relatório anual sobre tendências climáticas e eventos meteorológicos extremos.
"As concentrações de gases com efeito de estufa na atmosfera atingiram novos máximos e estão rapidamente a aproximar-se de níveis consistentes com um aumento de 2 a 2,4 graus centígrados nas temperaturas médias globais", salientou o relatório. Esta tendência verificou-se, notou a OMM, apesar da presença do fenómeno meteorológico 'La Niña' - na sua forma mais poderosa nos últimos 60 anos - que se desenvolveu no Pacífico na segunda metade de 2010 e se manteve ativo até maio deste ano.
O estudo salientou que este fenómeno climático cíclico, que aparece com intervalos entre três e sete anos, provocou condições climáticas extremas, incluindo seca na Africa Oriental, nas ilhas do Pacífico situadas na zona do Equador e no sul dos Estados Unidos, bem como cheias na África Austral, leste da Austrália e sul da Ásia. Os cientistas afirmaram que embora 'La Niña' e 'El Niño' não resultem das alterações climáticas, o aumento dos níveis dos oceanos, que são resultado do aquecimento global, pode afetar a frequência e intensidade de ambos os fenómenos.
Para os mais de 15 mil delegados à cimeira de Durban - entre membros de governos, organizações não-governamentais, cientistas e ativistas - o planeta reservou uma surpresa. Uma violenta e inesperada tempestade que se abateu sobre Durban e zonas circundantes, num raio de quase 100 quilómetros, causou seis mortos, dezenas de feridos e a destruição de centenas de habitações na véspera da abertura dos trabalhos. O Centro de Conferências de Durban (ICC), onde decorre a COP17, registou alguns danos em resultado das rajadas de vento e da chuva, que provocou inundações em algumas zonas da cidade, embora sem a gravidade necessária para pôr em perigo o evento patrocinado pelas Nações Unidas.

via: DN

Cartazes Dia do Ambiente - 9.ºA